Existem dois tipos principais de causas de impotência:

A impotência nos homens é uma condição patológica, baseada na capacidade fisiológica prejudicada do pênis para entrar em um estado de ereção (excitação sexual), ou mantê-lo por um tempo suficiente para a relação sexual (coito). O nome mais moderno e correto para essa condição, do ponto de vista médico, é a disfunção erétil. Se você decifrar esses dois termos médicos em duas palavras, compreensível para a pessoa comum, sem buscas adicionais em busca de informações, então você pode chamá-las de nada além de impotência sexual.

A impotência nos homens é uma condição patológica, baseada na capacidade fisiológica prejudicada do pênis para entrar em um estado de ereção (excitação sexual), ou mantê-lo por um tempo suficiente para a relação sexual (coito). O nome mais moderno e correto para essa condição, do ponto de vista médico, é a disfunção erétil. Se você decifrar esses dois termos médicos em duas palavras, compreensível para a pessoa comum, sem buscas adicionais em busca de informações, então você pode chamá-las de nada além de impotência sexual.

Homens que sofrem de disfunção erétil, tentando de qualquer maneira esconder sua inconsistência sexual. Sozinho pelo simples silêncio, outros exagerando sua saúde sexual em detalhes vívidos. A única coisa que une esses dois grupos de pessoas é que ninguém saberá a verdade real sobre a norma e a patologia. Acontece um circuito fechado, para quebrar o que só pode ajudar os especialistas.

Vários mecanismos orgânicos, neurogênicos, vasculares e psicogênicos involuntários estão envolvidos na ocorrência da impotência. Isso se deve ao fato de que a ereção é um processo fisiológico muito complexo, para o qual está envolvida toda uma cadeia de reações consecutivas. Normalmente, trazendo o pênis em um estado ereto ocorre com a velocidade da luz, levando menos de um minuto de tempo. No coração do lançamento de uma cascata de reações neuro-humorais está um impulso nervoso das estruturas subcorticais ou corticais do cérebro.

Sua ocorrência provoca a liberação de substâncias biologicamente ativas hormonais, que levam ao relaxamento dos esfíncteres dos seios venosos do pênis. O resultado é uma estimulação do fluxo sanguíneo para eles com um aumento no comprimento, espessura e consistência endurecida. A capacidade de manter o pênis nesse estado depende de muitos fatores, mas na maioria dos casos ele é determinado por características individuais.